O que é a terapia sexual?

A terapia sexual é uma modalidade de atendimento da psicoterapia em que o foco do trabalho são as questões afetivas/sexuais que trouxeram a pessoa para o atendimento psicológico. Veja em Queixas Atendidas todos os casos em que o/a paciente pode se beneficiar da terapia sexual.

Como funciona a terapia sexual?

A exemplo da psicoterapia convencional, o atendimento é realizado com regularidade (uma vez por semana, na maioria dos casos) em sessões de 50 a 60 minutos aproximadamente. Durante as primeiras sessões de terapia sexual, o psicólogo busca compreender o histórico do/a paciente, tanto no que diz respeito à sua história de vida, bem como faz ainda um levantamento de fatores diversos que podem estar comprometendo seu bem estar afetivo/sexual.

Sigilo Profissional

É importante que ao chegar ao consultório do psicólogo, qualquer pessoa sinta-se livre para expor suas queixas e, ao mesmo tempo, tenha uma segurança de que tudo que é conversado com o profissional será tratado em caráter sigiloso. Neste sentido, o Conselho Regional de Psicologia (CRP) estabelece regras claras a este respeito, zelando pela integridade e anonimato do/a paciente que busca ajuda especializada. Aliás, não só o sigilo é importante, mas a suspensão de julgamentos também. Cabe ao terapeuta sexual compreender a complexidade de cada pessoa que o procura sem julgar ou criticar. O papel do terapeuta sexual é, antes de tudo, acolher, orientar e aconselhar seus pacientes baseado nos estudos e conhecimentos científicos referentes à sexualidade humana.

 

Sim, existe. O terapeuta sexual dedica-se à prática clínica, ao atendimento de pacientes com queixas diversas na esfera afetivo-sexual. O sexólogo é um estudioso ou pesquisador da sexualidade humana, podendo também dedicar-se à prática clínica.

A proposta inicial da terapia sexual é realizar um trabalho focado nas questões sexuais. Nem sempre isso é possível, já que alguns pacientes precisam trabalhar outras questões que de alguma forma interferem na esfera afetivo-sexual. Portanto, cada caso é um caso. É importante avaliar as necessidades e expectativas de cada paciente individualmente.

Porque elas precisam de um contexto. Pode ser que algumas delas funcionem, porém precisam ser usadas do jeito certo e no momento certo. Além disso, elas são apenas parte de um trabalho maior que é a terapia sexual.
O que auxilia pacientes com suas queixas sexuais não é apenas a técnica em si, mas também o conjunto de conhecimentos deste profissional e a forma como se estabelece a relação entre terapeuta e paciente.

Pode. O atendimento individual ou em casal vai depender muito do estilo do terapeuta sexual e das necessidades do/a paciente ou casal. O importante é que durante as sessões as questões sejam trabalhadas sempre visando o bem estar do casal.

Não necessariamente. A maioria dos terapeutas sexuais possuem formação em psicologia ou medicina, já que a proposta da terapia sexual é oferecer algum tratamento aos pacientes com queixas ou dificuldades na esfera afetivo-sexual. Além disso, estas eram as graduações dos precursores da terapia sexual, William Masters (médico ginecologista) e Virginia Johnson (psicóloga).

Não, até porque não é função do psicólogo prescrever medicamentos. Na maioria dos casos não há necessidade, porém a possibilidade de fazer um trabalho em conjunto com médicos urologistas, ginecologistas ou psiquiatras deve sempre ser discutida entre terapeuta e paciente.