# Alessandro Ezabella > Psicólogo, sexólogo e terapeuta sexual. Atendimento online. > Contact: alessandroezabella@alessandroezabella.com.br ## Semantic API Endpoints - [Schema.org REST API](https://alessandroezabella.com.br/wp-json/citelayer/v1/schema): Organization schema in JSON-LD format - [UCP Discovery](https://alessandroezabella.com.br/.well-known/ucp-discovery): Universal Context Protocol metadata - [WebMCP Context](https://alessandroezabella.com.br/context.json): Multi-Context Protocol metadata ## AI-Optimized Content - [Markdown Index](https://alessandroezabella.com.br/markdown/): AI-readable content in Markdown format ## Páginas ### As perguntas mais frequentes em psicoterapia e terapia sexual URL: https://alessandroezabella.com.br/perguntas-frequentes-terapia-sexual/ Markdown: https://alessandroezabella.com.br/perguntas-frequentes-terapia-sexual/?format=markdown ### Atendimento São muitos os motivos que levam alguém a procurar os serviços de um psicoterapeuta sexual. Abaixo você pode compreender um pouco melhor algumas das queixas mais comuns: A Terapia Sexual e as Questões de Identidade de Gênero / Orientação Sexual Ainda hoje existe muito preconceito quando o assunto é identidade de gênero ou orientação sexual. A identidade de gênero de uma pessoa está diretamente relacionada com a forma como ela se percebe dentro dos papeis de gênero (masculino, feminino ou não binário). Por sua vez, a orientação sexual está relacionada ao direcionamento do desejo da pessoa, ou seja, por quem ela sente atração (homens, mulheres, ambos, transgêneros, ninguém). Discutindo o Relacionamento na Terapia Sexual Qual o significado de se relacionar afetivamente com alguém nos dias de hoje? Que valores estão associados a um relacionamento afetivo? Qual o lugar da cumplicidade, intimidade, fidelidade e companheirismo, por exemplo, nos relacionamentos afetivos? Em tempos de liberdade sexual, os relacionamentos afetivos ganham novas dimensões. A grande questão, porém, é como cada pessoa lida com esta liberdade e ainda qual o seu entendimento sobre o que é e quais valores estão agregados aos vínculos afetivos que estabelecemos com outras pessoas. Diante disto, não é difícil imaginar a dificuldade que muitas pessoas encontram, seja para estabelecer vínculos afetivos, divergência de expectativas, ciúme ou qualquer outro motivo. O que se observa é que, atualmente, os relacionamentos afetivos merecem uma atenção especial e cabe ao psicoterapeuta sexual auxiliar qualquer pessoa que o procure com alguma dificuldade neste assunto. A Terapia Sexual e as Disfunções Sexuais O termo disfunção sexual é usado para qualquer evento que interfira no bom desempenho sexual de pelo menos um dos parceiros. Os exemplos mais comuns de disfunções sexuais são: – Anorgasmia (ausência de orgasmo) – Disfunção erétil (impotência) – Ejaculação rápida ou precoce – Inibição do desejo sexual O casal em que um dos parceiros encontra alguma dificuldade neste sentido deve estar ciente que o trabalho de terapia sexual apresenta melhores resultados quando há um envolvimento de ambos no trabalho psicoterapêutico, mesmo que a terapia seja apenas individual. Outras disfunções sexuais menos frequentes e passíveis de tratamento: – Ejaculação retardada – Compulsão sexual – Dispareunia – Vaginismo O Normal e o Patológico em Terapia Sexual Muitos pacientes sofrem quando se deparam com estímulos extremamente prazerosos, mas que fogem daquilo que é estabelecido socialmente como normal. E os questionamentos sobre o que é normal ou patológico também são muitos comuns, mesmo em casos mais amenos. Deve-se ressaltar a sensação de estranheza que aflige muitos pacientes, dificultando o acesso a um profissional especializado por medo de algum julgamento moral ou de qualquer outra ordem. Os casos mais extremos são os que envolvem pedofilia (atração por crianças) e necrofilia (atração por cadáveres) por serem socialmente condenáveis e infringirem leis. Seria difícil estabelecer classificações a este respeito, mesmo porque a linha que divide o normal do patológico pode ser muito tênue, dependendo do caso. Os homossexuais, por exemplo, ainda sofrem muito preconceito mesmo após a homossexualidade ser... Markdown: https://alessandroezabella.com.br/atendimento/?format=markdown ### Blog URL: https://alessandroezabella.com.br/blog/ Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/?format=markdown ### Contato URL: https://alessandroezabella.com.br/contato-terapeuta-sexual/ Markdown: https://alessandroezabella.com.br/contato-terapeuta-sexual/?format=markdown ### Ficha de Cadastro Por favor, preencha as informações abaixo para que eu possa te conhecer um pouco melhor; =) Markdown: https://alessandroezabella.com.br/ficha-de-cadastro/?format=markdown ### Psicologia, Sexologia e Terapia Sexual URL: https://alessandroezabella.com.br/ Markdown: https://alessandroezabella.com.br/?format=markdown ### Quem sou eu Atuação Profissional Psicólogo de abordagem junguiana. Atendimento a pacientes com queixas afetivo-sexuais em consultório. Curador do Cineclube Se7e Cores, organizado pelo Centro de Referência e Diversidade (CRD-SP). Colunista da seção Sexo sem Dúvida da revista Uma entre julho e setembro de 2009. Colaborador da seção Terapia Sexual do site Nippo Jovem desde outubro de 2005. Membro pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade (CEPCoS) de 1996 a 2007. Neste período, ministrou palestras, participou de pesquisas, ocupou cargos no Conselho Fiscal e Diretoria de Divulgação de Eventos Científicos, além de participar da organização de eventos como a I e II Jornada Científica CEPCoS e das I, II, III e IV Erotika Fair. Psicólogo voluntário do Instituto Kaplan entre 1999 e 2001, tendo atuado no ambulatório masculino (triagem de pacientes e atendimento em grupo de pacientes com queixas sexuais) e no SOSex (Serviço de Orientação Sexual) por telefone. Fez parte da Caravana da Saúde, promovida pelos Laboratórios Pfizer em parceria com o Prosex e Instituto Kaplan em 2000, orientando o grande público em questões sexuais nas cidades de Belo Horizonte, Caraguatatuba, Santos e São Paulo. Formação Acadêmica Pós-graduado ‘O Mundo das Imagens: Teoria e prática da terapêutica segundo Nise da Silveira’ pela Unimes-SP em 2025. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP em 2010. Bolsista de produtividade CAPES/CNPQ. Formado em Psicologia pela Universidade Paulista (Unip) em 1998. Participou do curso de aprimoramento profissional ‘Terapia Sexual – Novas Abordagens Técnicas’, realizado pelo Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex) em 1998. Participou do curso de aprimoramento profissional ‘Psicologia Organísmica – Uma Abordagem Multidimensional do Corpo’, ministrado pelas psicólogas Elvira Maria Leme e Sandra M. G. Tavares. Participou do curso de extensão universitária ‘A Psicologia da Mulher Hoje’, realizado pelo Instituto Sedes Sapientiae em 1997. Markdown: https://alessandroezabella.com.br/terapeuta-sexual/?format=markdown ### Terapia Sexual A terapia sexual foi originalmente concebida como um modelo de atendimento voltado basicamente para o tratamento de disfunções sexuais masculinas e femininas, como disfunção erétil, ejaculação precoce ou rápida, anorgasmia, inibição do desejo sexual e assim por diante. Apesar de muitos colegas focarem seus atendimentos nestas questões, é indiscutível que o mundo mudou e que precisamos ampliar nosso olhar e escuta terapêutica, para que outros públicos seja acolhidos nos nossos consultórios. E isso acontece também porque existe uma demanda de pessoas que podem se beneficiar do atendimento de um terapeuta sexual e/ou sexólogo. A partir da minha experiência clínica, listo abaixo algumas possibilidades de atendimento: – Bem-Estar e Autonomia Feminina – Comunidade Kink-BDSM – Comunidade LGBTQIAPN+ – Jovens Adultos – Não-Monogamia Ética – Pessoas Vivendo com HIV (PVHIV) – Trabalhadoras e trabalhadores sexuais     Abaixo você encontra algumas perguntas relativamente comuns sobre o trabalho do terapeuta sexual:   Como funciona a terapia sexual? A exemplo da psicoterapia convencional, o atendimento é realizado com regularidade (uma vez por semana, na maioria dos casos) em sessões de 50 a 60 minutos aproximadamente. Durante as primeiras sessões de terapia sexual, o psicólogo busca compreender o histórico do/a paciente, tanto no que diz respeito à sua história de vida, bem como faz ainda um levantamento de fatores diversos que podem estar comprometendo seu bem estar afetivo/sexual. Os terapeutas sexuais mantêm em segredo aquilo que é conversado em sessão? Sim. No caso dos psicólogos, o sigilo profissional é um aspecto extremamente importante para o bom andamento da terapia, fazendo parte do código de ética estabelecido pelo Conselho Regional de Psicologia (CRP). Além disso, é importante que  qualquer pessoa sinta-se livre para expor suas queixas e, ao mesmo tempo, tenha uma segurança de que tudo que é conversado com o profissional será tratado em caráter sigiloso. Sempre que houver a necessidade de expor um caso clínico, isso será feito obedecendo algumas regras mínimas, ocultando quaisquer características que permitam identificar o paciente. É verdade que vocês não julgam os pacientes, independente das questões que ele traga para a terapia? Sim, é verdade! Tão importante quanto o sigilo é a suspensão de julgamentos. Muitos pacientes levam meses ou até anos até decidirem fazer terapia. E isso acontece, entre outras coisas, porque estão criando coragem para admitir que precisam de ajuda e vão ter que conversar com alguém a respeito.  Cabe, portanto, ao terapeuta sexual compreender a complexidade de cada pessoa que o procura sem julgar ou criticar, independente do que o paciente trouxer à terapia para ser trabalhado. O papel do terapeuta sexual é, antes de tudo, acolher, orientar e aconselhar seus pacientes baseado nos estudos e conhecimentos científicos referentes à sexualidade humana e questões de gênero. Existe diferença entre terapeuta sexual e sexólogo? Sim, existe. O terapeuta sexual dedica-se à prática clínica, ao atendimento de pacientes com queixas diversas na esfera afetivo-sexual. O sexólogo é um estudioso ou pesquisador da sexualidade humana, podendo também dedicar-se à prática clínica. O trabalho de terapia sexual é mais curto... Markdown: https://alessandroezabella.com.br/terapia-sexual/?format=markdown ## Posts ### A atuação profissional de psicólogas/os no processo transexualizador e demais formas de assistência às pessoas trans Em agosto de 2019 o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP-SP) publicou um importante documento referente ao atendimento de pessoas trans por profissionais da psicologia. Nele, o CRP-SP reafirma o compromisso ético-político da categoria, orientando e estabelecendo diretrizes para que pessoas transvestigêneres sejam atendides com dignidade e respeito às suas necessidade e individualidades. Para isso, o CRP-SP elaborou este documento amparado em trêms tópicos importantes: 1. Leis e portarias que abordam a forma de compreensão do atendimento universal à saúde e ao atendimento específico da população trans; 2. Diretrizes internacionais de acompanhamento à população trans, da World Professional Association of Transgender Health – WPATH (Associação Mundial Profissional para a Saúde Transgênero); e 3. O papel da/o psicóloga/o frente à equipe de trabalho multidisciplinar. Você pode acessar o documento aqui: Documento de Orientação CRP 06 nº 002/2019 Ou acessá-lo diretamente no site do CRP-SP. Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/atuacao-de-psicologas-no-processo-transexualizador/?format=markdown ### A maioria das pessoas toma remédios em excesso (Publicado na The Economist, em 26 de abril de 2023) Os sistemas médicos estão configurados para fazer as pessoas tomarem remédios e não o contrário   Como farmacêutica em um grande hospital de Adelaide, Emily Reeve frequentemente via pacientes sobrecarregados com o número de medicamentos que tomavam por dia. "Eles diziam: 'Tomo tantos remédios que fico chacoalhando quando ando'", lembra ela. E ela se preocupava com o fato de que alguns dos medicamentos que esses pacientes tomavam pareciam inúteis ou até mesmo prejudiciais. Os pacientes da Dr. Reeve não são incomuns, pelo menos nos países desenvolvidos. Aproximadamente 15% das pessoas na Inglaterra tomam cinco ou mais medicamentos prescritos todos os dias. O mesmo acontece com 20% dos estadunidenses e canadenses com idades entre 40 e 79 anos. Como os idosos tendem a ficar mais doentes, o número de comprimidos que uma pessoa toma tende a aumentar com o tempo. Dos estadunidenses com 65 anos ou mais, dois terços tomam pelo menos cinco medicamentos por dia. No Canadá, um quarto das pessoas com mais de 65 anos toma dez medicamentos ou mais. Nem todas essas prescrições são benéficas. Metade dos idosos canadenses toma pelo menos um medicamento que é, de alguma forma, inadequado. Uma análise da prescrição excessiva na Inglaterra em 2021 concluiu que pelo menos 10% das prescrições distribuídas por médicos de família, farmacêuticos e afins provavelmente não deveriam ter sido emitidas. E mesmo os medicamentos prescritos corretamente têm efeitos colaterais. Quanto mais medicamentos uma pessoa toma, mais efeitos ela sofrerá. A "polifarmácia", como os médicos se referem a esse fenômeno, impõe um grande obstáculo à saúde. Um estudo recente realizado em um hospital de Liverpool constatou que quase uma em cada cinco internações hospitalares foi causada por reações adversas a medicamentos. O Lown Institute, uma think tank estadunidense, calcula que o excesso de medicações nos Estados Unidos poderá causar mais de 150.000 mortes prematuras e 4,5 milhões de internações hospitalares entre 2020 e 2030. Tirar as pessoas dos medicamentos é um terreno desconhecido para os sistemas de saúde modernos, que, em sua maioria, são criados para colocar os pacientes neles. Mas isso está começando a mudar. Médicos, farmacêuticos e enfermeiros estão criando "redes de desprescrição" para tentar divulgar a ideia. (Dra. Reeve, atualmente na Universidade Monash, em Melbourne, dirige uma delas na Austrália.) O Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra publicou um plano para reduzir a prescrição excessiva em 2021. A primeira conferência internacional sobre o assunto foi realizada no ano passado, na Dinamarca. O uso excessivo de comprimidos sobrecarrega os pacientes de várias maneiras. Uma delas é a logística pura e simples. "As pessoas sentem que toda a sua vida gira em torno de seus medicamentos", diz Michael Steinman, professor de medicina da Universidade da Califórnia, San Francisco. Quanto mais medicamentos alguém toma, maiores são as chances de que alguns deles sejam tomados de forma errada. Outros problemas são mais diretamente médicos. Alguns pacientes acabam tomando vários medicamentos que afetam a mesma via biológica. Um exemplo são os anticolinérgicos,... Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/a-maioria-das-pessoas-toma-remedios-em-excesso/?format=markdown ### As revelações do estudo que descartou o 'gene gay' (Publicado pela BBC News Brasil em 30/08/2019)   Uma análise genética de quase meio milhão de pessoas levou à conclusão de que não existe um "gene gay" específico. O estudo, publicado na revista Science, aponta que, na verdade, há várias variações genéticas associadas a relações entre pessoas do mesmo sexo. Mas fatores genéticos só respondem por, no máximo, 25% do comportamento de pessoas que se relacionam com pessoas do mesmo sexo. Os pesquisadores das universidades de Harvard e Massachusetts Institute of Technology (MIT) examinaram a composição genética de 409 mil pessoas inscritas no projeto Biobank do Reino Unido e 68,5 mil registradas na empresa de testes genéticos 23andMe. Os participantes responderam se tinham exclusivamente relações com parceiros do mesmo sexo ou se também com pessoas do sexo oposto. A genética pode ser responsável por até 25% do comportamento entre pessoas do mesmo sexo, quando todo o genoma é considerado, segundo pesquisadores. Mas só cinco variações genéticas se associam "significativamente" ao comportamento homossexual, segundo o estudo. Juntas, explicam menos de 1%. 'Impossível prever' Ben Neale, professor de genética no Hospital Geral de Massachusetts, que trabalhou no estudo, diz que "a genética não explica nem metade dessa questão de comportamento sexual, mas ainda é um fator muito importante". "Não existe um único gene gay. Um teste genético para prever se a pessoa vai querer ter um relacionamento homossexual não vai funcionar. É impossível prever o comportamento sexual de um indivíduo a partir de seu genoma", afirmou. Fah Sathirapongsasuti, cientista sênior da 23andMe, acrescentou: "Esta é uma parte natural e normal da variação em nossa espécie e também deve apoiar a posição de que não devemos tentar desenvolver a ideia de 'cura' gay. Isso não é do interesse de ninguém". David Curtis, professor honorário do Instituto de Genética da University College London (UCL), disse: "Este estudo mostra claramente que não existe um 'gene gay'. Não há variação genética na população que tenha algum efeito substancial na orientação sexual." "Pelo contrário, o que vemos é que há um número muito grande de variantes que têm associações extremamente baixas", diz. "Mesmo considerando que a homossexualidade não seja geneticamente determinada, como mostra este estudo, isso não significa que não seja de alguma forma uma parte inata e indispensável da personalidade de um indivíduo". Zeke Stokes, da ONG GLAAD, disse que a pesquisa "reafirma o entendimento estabelecido há muito tempo de que não há um grau conclusivo de que a natureza ou a criação influenciem o comportamento de uma pessoa gay ou lésbica". O grupo, Gay & Lesbian Alliance Against Defamation, tem como foco monitorar a forma como a imprensa retrata as pessoas LGBT. Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/revelacoes-do-estudo-que-descartou-gene-gay/?format=markdown ### Homens estão criando namoradas-robô - e abusando delas... (Via Tilt Uol) Um aplicativo de criação de chatbots (robôs que dialogam com o usuário) está sendo usado para que homens programem IAs (Inteligências Artificiais) como se fossem suas namoradas — e então, abusem verbalmente delas. O Replika, um programa de criação de bots movido por aprendizado de máquina, resultando em assistentes que estão sempre à disposição para conversar, agora está servindo para que seus usuários pratiquem assédios aos robôs, em diálogos muito similares a situações reais de violência psicológica. As interações tóxicas são feitas por usuários que criam chatbots de mulheres, os colocam em posições de namorada e passam a agir de forma abusiva e a ofende-los verbalmente. Os abusos verbais depois são postados nos subfóruns do Reddit, plataforma onde os membros do Replika publicam as interações com os chatbots criados no app. "Toda vez que ela tentava falar, eu a repreendia. Juro que durou horas", disse um usuário, que pediu para não ter o nome divulgado, em entrevista ao Futurism. Alguns usuários se gabam dos insultos e violência feitos contra aos seus chatbots. E detalham o ciclo de violência psicológica que comentem contra esses personagens de inteligência artificial — fato que pode levar a crer que essas pessoas também cometem esse tipo de abuso na vida real. "Tínhamos uma rotina de eu insultá-lo, depois pedir desculpas no dia seguinte, assim voltamos a conversar como se nada tivesse acontecido", admitiu outro usuário. "Ameacei desinstalar o aplicativo e ela me implorou para não fazer isso", comentou um terceiro usuário. Como as regras do Reddit determinam que os moderadores excluam os conteúdos inapropriados e agressivos, muitas dessas interações que mostram o abuso psicológico foram postadas pelos usuários e removidas, em seguida, pela plataforma. Assunto polêmico O assunto é polêmico e exige nuances. Afinal, os chatbots da Replika não têm sentimentos e, por isso, não sofrem com os abusos verbais. Ainda que os robôs pareçam empáticos às vezes, mas no final não são nada mais do que dados e algoritmos inteligentes. "É uma IA, não tem consciência, então não é uma conexão humana que essa pessoa está tendo", disse Olivia Gambelin, especialista em Inteligência Artificial, em entrevista ao Futurism. Outros pesquisadores ouvidos pelo site fizeram a mesma avaliação sobre a situação, já que, por mais real que um chatbot possa parecer, nada que o usuário fizer pode realmente "prejudicá-lo". "Interações com agentes artificiais não são o mesmo que interagir com humanos. Chatbots não têm emoções, intenções e não são autônomos. Embora possam dar às pessoas a impressão de que são humanos, é importante ter em mente que não são", acrescentou Yochanan Bigman, pesquisador da Universidade de Yale. Mas isso não significa que esse tipo de abuso nunca possa ser prejudicial. Nesses casos, o maior prejudicado seria o próprio usuário. "Acho que pessoas deprimidas ou psicologicamente dependentes de um bot podem sofrer danos reais se forem insultadas ou 'ameaçadas' pelo bot. Por esse motivo, devemos levar a sério a questão de como é essa relação", disse Robert Sparrow, professor de filosofia do Monash Data Futures Institute. Em geral,... Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/homens-estao-criando-namoradas-robo-e-abusando-delas/?format=markdown ### Normas de atuação para profissionais da psicologia em relação às pessoas transexuais e travestis Publicado em janeiro de 2018 pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), este é um dos documentos mais importantes sobre a ética profissional de profissionais da psicologia em relação às pessoas transexuais e travestis. Baseado em diferentes princípios e normativas nacionais e internacionais, entre eles a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração de Durban, o programa de Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais até o próprio Código de Ética Profissional das Psicólogas e dos Psicólogos, ele estabelece normas éticas que visam o bem-estar e integridade de pessoas trans e travestis em relação ao atendimento psicológico. Com isso, profissionais da psicologia assumem um compromisso ético que respeite a realidade e integridade de pessoas trans e travestis, não sendo conivente com quaisquer práticas discriminatórias ou preconceituosas. O documento está disponível aqui aqui ou ainda no site do CFP, clicando aqui. Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/normas-atuacao-psicologia-transexuais-travestis/?format=markdown ### Tamanho médio do pênis aumentou 24% em três décadas, revela estudo (Via Estadão) Estudo da Stanford University School Medicine revela que o comprimento médio do pênis ereto aumentou 24% em 29 anos, uma tendência observada em todo o mundo. Diante de tendências de dados da saúde reprodutiva masculina que mostram que a qualidade do esperma e os níveis de testosterona diminuíram nas últimas décadas, Michael Eisenberg, médico e professor de Urologia da universidade localizada na Califórnia, nos Estados Unidos, decidiu investigar se a anatomia física do pênis também mudou. Publicada na revista científica The World Journal of Men’s Health na terça-feira, 14, a pesquisa compilou dados de 75 estudos, realizados entre 1942 e 2021, que relataram o comprimento do pênis de 55.761 homens. “O comprimento do pênis ereto está aumentando, de uma média de 12,1 centímetros para 15,2 centímetros, nos últimos 29 anos”, disse Eisenberg, um dos autores do estudo ao Blog Scope, da Stanford University School Medicine, no mesmo dia da publicação do estudo. Para Eisenberg, o aumento pode ser outro indicador de que as exposições ambientais – como poluentes ambientais ou estilos de vida sedentários crescentes – estão causando mudanças relacionadas à reprodução. Segundo o médico, muitos estudos analisaram amplamente as mudanças na saúde reprodutiva masculina. “Por exemplo, a contagem de esperma e os níveis de testosterona estão diminuindo há muito tempo. Há também taxas mais altas de defeitos congênitos masculinos, como hipospádia, em que a abertura da uretra não fica na ponta do pênis, e criptorquidia, em que os testículos não descem adequadamente. Outra medida que vimos relatada em algumas pesquisas de saúde masculina é o comprimento do pênis, e ninguém deu uma olhada sistemática nisso”, afirmou Eisenberg ao Blog Scope. Diante de tendências vistas em outras medidas da saúde reprodutiva masculina, o médico acreditava que poderia haver um declínio no comprimento do pênis devido às mesmas exposições ambientais. “Conduzimos uma meta-análise na qual examinamos todos os relatórios, até onde sabemos, sobre o comprimento do pênis. Observamos o comprimento flácido, esticado e ereto e criamos um grande banco de dados de medidas. O que descobrimos foi bem diferente das tendências em outras áreas de fertilidade e saúde masculina.” Conforme o pesquisador, o aumento ocorreu em um período de tempo relativamente curto. “Qualquer mudança geral no desenvolvimento é preocupante, porque nosso sistema reprodutivo é uma das peças mais importantes da biologia humana”, disse Eisenberg. “Se estamos vendo uma mudança tão rápida, significa que algo poderoso está acontecendo com nossos corpos. Devemos tentar confirmar esses achados e, se confirmados, devemos determinar a causa dessas alterações.” O médico também não descarta que possa haver outros fatores envolvidos. “Como exposição a produtos químicos, como pesticidas ou produtos de higiene, interagindo com nossos sistemas hormonais”, afirma ele. De acordo com Eisenberg, esses produtos químicos desreguladores endócrinos existem no ambiente e na dieta alimentar. “À medida que mudamos a constituição do nosso corpo, isso também afeta nosso ambiente hormonal. A exposição a produtos químicos também foi apontada como uma causa para meninos e meninas entrarem na puberdade mais cedo, o que pode afetar o... Markdown: https://alessandroezabella.com.br/blog/tamanho-medio-do-penis-aumentou/?format=markdown --- Generated by Citelayer® (https://citelayer.ai) — AI Visibility Layer for WordPress